Mariza e Concha Buika no Festival Flamenco e Fado de Badajoz, em julho

Mariza e Concha Buika no Festival Flamenco e Fado de Badajoz, em julho

 

Lusa/AO Online   Cultura e Social   20 de Jun de 2018, 18:30

O cartaz do 10.º Festival Flamenco e Fado de Badajoz, em Espanha, que se realiza de 04 a 08 de julho, conta com as cantoras Mariza e Concha Buika, e o guitarrista Raimundo Amador, foi hoje anunciado.


O Festival abre no dia 04 de julho, com a apresentação dos espetáculos “Luciérnagas y Pirilampos”, pelo agrupamento Caixa de Pandora com Mili Vizcaíno, no Teatro Lopez de Ayala, onde, no dia seguinte, Jesús Ortega apresenta “Camino”, que a organização assinala como “uma viagem pelo flamenco através da dança” que inclui géneros como o “taranto”, “guajira”, “cantiñas”, “seguirilla” e “tango”.

Outro palco deste Festival é o Auditório Ricardo Carapeto, onde no dia 06, Raquel Cantero apresenta o seu “Cuadro Flamenco”, antecedendo a subida ao palco de Mariza, que vai apresentar o seu mais recente álbum, que inclui temas clássicos como “Fado Errado” e “Trigueirinha”, ao lado de inéditos como “Semente Viva”.

No dia seguinte, neste mesmo palco, Concha Buika, acompanhada pela Orquesta da Extremadura, sob a direção do maestro Josep Vicent, interpreta canções como “Siboney”, “Ojos Verdes”, “Lascia Ch’io Pianga” ou “Nostalgias”.

“Sulcanto”, um espetáculo que junta o cante alentejano e o flamenco, é apresentado por Pedro Calado, Manuel Caldeira e Esther Merino Pilo, acompanhados pelo pianista Amílcar Vázquez Días, no dia 08 no palco do Ricardo Carapeto, ao qual se segue a homenagem ao músico norte-americano B.B. King (1925-2015), pelo guitarrista e cantor cigano Raimundo Amador, nascido há 57 anos em Sevilha, e que encerra o festival.

A programação do festival na cidade estremenha espanhola, vizinha da alto-alentejana Elvas, inclui a exibição, no Centro de Ocio Contemporáneo, dos documentários produzidos pela Filmoteca de Extremadura, “Maestro Chaínho, 50 años de carrera”, sobre o guitarrista António Chainho, de 80 anos, e “La Chana”, sobre a 'bailaora' de flamenco nascida há 71 anos em Barcelona e de seu nome de registo Antonia Santiago Amador.

O jornal espanhol El Mundo, em março passado, sobre esta 'bailaora' escreveu que “é uma força da natureza que canaliza a pureza do flamenco como ninguém, mesmo com as pernas quebradas”.

Paralelo ao festival, no Centro del Flamenco está patente a mostra “La Mujer en el Flamenco y en el Fado” e uma exposição temática sobre os dois géneros musicais na Biblioteca de Extremadura.



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