Santa Maria

PSD preocupado com “falta de disponibilidade” de voos para Santa Maria

PSD preocupado com “falta de disponibilidade” de voos para Santa Maria

 

Lusa/AO online   Regional   6 de Jun de 2018, 18:07

O PSD/Açores está preocupado com a “falta de disponibilidade” de lugares por parte dos voos da SATA Air Açores de e para Santa Maria, segundo declarou esta quarta-feira o parlamentar Paulo Parece.

Para o deputado social-democrata, que falava aos jornalistas no final das jornadas parlamentares do PSD/Açores, em Vila do Porto, este facto gera “bastantes constrangimentos a quem visita e aos próprios residentes”, no caso das deslocações por motivos de saúde para Ponta Delgada.

Paulo Parece referiu, com base em dados estatísticos relativos ao primeiro trimestre de 2018, que se verifica um “contraciclo em Santa Maria", tendo por referência o incremento do turismo nos Açores, sendo que a média regional é de 11,5% de aumento relativamente ao primeiro trimestre e, na ilha, assiste-se a uma quebra de 9%.

A proximidade à ilha de São Miguel, “principal porta de entrada” do turismo nos Açores, de acordo com o parlamentar, não tem sido uma mais valia para Santa Maria, que “não está a usufruir desta vantagem”.

O social-democrata quer que o Governo dos Açores procure soluções para melhorar as acessibilidades a Santa Maria através do aumento de lugares por parte da SATA e redução das tarifas para potenciar o número de turistas.

O deputado recordou que o seu partido já propôs uma baixa em 25%, em média, das tarifas inter-ilhas, com uma redução de cerca de 50 euros no caso de Santa Maria, o que “teria um impacto bastante positivo para a economia”, de forma particular na hotelaria e criação de novas atividades e empresas, bem como na geração de autoemprego para fixar os jovens.

Na terça-feira, na abertura das jornadas parlamentares do PSD, na ilha de Santa Maria, o líder do PSD/Açores considerou, por seu turno, “inadmissível” que haja um corte de fundos comunitários para a região após 2020, alegando que é ao Governo da República que compete fazer a distribuição das verbas a nível nacional.

“Mesmo se as negociações entre Portugal e a União Europeia não correrem bem, no âmbito da repartição interna dos fundos comunitários, com o bom relacionamento que existe entre os governos regional e da República, o que é expectável é que as verbas até aumentem ou, pelo menos, se mantenham”, disse Duarte Freitas.



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