Sporting garante condições médicas para atletas apesar de demissão de Varandas

Sporting garante condições médicas para atletas apesar de demissão de Varandas

 

Lusa/AO online   Futebol   24 de Mai de 2018, 14:45

A direção do Sporting garantiu esta quinta-feira que todos os atletas do clube vão ter todas condições de médicas, apesar da "demissão inusitada do Dr. Frederico Varandas das funções de director clínico do clube".

Em comunicado, os 'leões' asseguram que no domingo "não faltarão nenhumas condições médicas" às atletas que vão disputar, no Jamor, a final da Taça de Portugal em futebol feminino, frente ao Sporting de Braga.

"Asseguraremos que também no futebol de formação, cujas competições ainda prosseguem, não deixarão de ser prestados todos os cuidados clínicos que sejam necessários para o bom desempenho desportivo dos nossos atletas", lê-se na mesma nota.

A direção do Sporting garante ainda a todos os "atletas e responsáveis das modalidades, onde entre outras o andebol, o futsal ou o hóquei patins, têm títulos ainda em disputa" que vão ter "todas as condições de acompanhamento médico que se verifique necessário, de modo a que nada lhes falte ou os impeça de conquistar os objectivos definidos".

O diretor clínico do Sporting, Frederico Varandas, anunciou hoje ter apresentado a sua demissão e mostrou-se disponível para se candidatar à liderança do clube, caso sejam marcadas eleições.

No dia 15 de maio, dezenas de alegados adeptos encapuzados invadiram a Academia do Sporting, em Alcochete, e agrediram alguns jogadores e elementos da equipa técnica.

A GNR deteve 23 dos atacantes, que ficaram em prisão preventiva depois de terem sido ouvidos no tribunal de instrução criminal do Barreiro.

Paralelamente, no âmbito de uma investigação do Ministério Público sobre alegados atos de tentativa de viciação de resultados em jogos de andebol e futebol tendo como objetivo o favorecimento do Sporting, foram constituídos sete arguidos, incluindo o ‘team manager’ do clube, André Geraldes.

Na sequência destes acontecimentos, os elementos da Mesa da Assembleia Geral, a maioria dos membros do Conselho Fiscal e parte da direção apresentaram a sua demissão, defendendo que Bruno de Carvalho não tinha condições para permanecer no cargo.



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