Açores lança rede de recolha de vestuário, calçado e brinquedos usados

Açores lança rede de recolha de vestuário, calçado e brinquedos usados

 

Lusa/AO online   Regional   9 de Nov de 2017, 11:45

O Governo dos Açores lançou hoje a rede de pontos de recolha de vestuário, têxteis, calçado e brinquedos usados, em sete das nove ilhas do arquipélago, onde existem centros de processamento de resíduos.

“Com a aquisição de 18 contentores específicos para este efeito, assegurando a existência de, pelo menos, um contentor por concelho nas sete ilhas com menos população, a instalação desta rede destinada à recolha de vestuário, calçado, brinquedos e têxtil lar, pretende dar uma segunda vida a estes produtos que, uma vez entrados na cadeia dos resíduos, não são objeto de valorização e acabam sendo eliminados, em aterro ou em incineradora”, afirmou hoje a secretária regional da Energia, Ambiente e Turismo, Marta Guerreiro.

A governante falava na Santa Casa da Misericórdia do Corvo, ilha onde o executivo açoriano hoje termina a visita estatutária.

Marta Guerreiro adiantou que “os artigos depositados nos contentores de recolha de roupa usada serão recolhidos por instituições de solidariedade social, fruto de um trabalho conjunto com a Secretaria Regional da Solidariedade Social, que se responsabilizarão pelo seu encaminhamento para instituições ou famílias sinalizadas”.

Para a governante, “esta é uma medida que permitirá, ainda, uma recuperação de artigos que possam estar danificados, através, por exemplo, de trabalhos com tecidos ou pequenos arranjos, como pregar um botão, e que ainda possam ser reaproveitados, encaminhando para destino final adequado o que não seja possível recuperar”.

“Para que o acesso seja de todos, está disponível no Portal dos Resíduos a localização dos contentores, bem como as instituições de solidariedade social responsáveis pela sua gestão, por ilha, que, no caso da ilha do Corvo, será a Santa Casa da Misericórdia”, adiantou.

O Governo dos Açores começou na quarta-feira a visita estatutária ao Corvo, a mais pequena e menos populosa ilha do arquipélago, com cerca de 450 habitantes.

O Estatuto Político-Administrativo da região determina que o executivo regional visite cada uma das ilhas do arquipélago pelo menos uma vez por ano e que o Conselho do Governo se reúna na ilha visitada.



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